27 de Maio 2017
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Edição:
#215
Mês:
DEZ
Ano:
2016
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Por Merlin Alderslade

Saiu. Finalmente saiu. Depois de oito anos, eis Hardwired… To Self-Destruct, novo disco do Metallica e sem dúvida o trabalho mais aguardado dentro do Heavy Metal dos últimos dez anos. Na verdade, chegou-se a pensar que ele jamais veria a luz do dia. É um álbum cujo lançamento foi várias vezes adiado e que viu o grupo se envolver em incontáveis projetos antes de colocá-lo nas lojas – as turnês, os festivais, o filme, o disco com Lou Reed, o show na Antártida e deus sabe mais o quê – até que o novo capítulo na história da maior banda de Metal da história finalmente foi escrito.

 Porém, aguardando para ouvir o disco no escritório da empresa que gerencia a carreira da banda em Nova York, ainda batia aquela dúvida: a qualquer momento Lars Ulrich poderia invadir a sala, desligar o imenso aparelho de som que estava lá, pronto para tocar o disco, e informar que não haveria álbum novo coisa nenhuma e que a banda, em vez disso, tinha optado por fazer uma tour baseada em Garage Inc. ou fazer um concerto para a lua ou lançar sua própria série de mangás... Mas não! Assim que a primeira faixa, Atlas, Rise!, irrompeu nos falantes, nós estaríamos oficialmente transitando em um território absolutamente desconhecido durante os próximos oitenta minutos.

Encerrada a audição, Lars ingressa na sala. Vestindo jeans, casaco de couro, boné de beisebol e com o inseparável palito de dentes pendurado na boca, o baterista parece pensativo, um pouco inquieto, mas aberto às perguntas, claramente disposto a falar sobre o novo disco e mostrando muito bom humor. Ótimo, porque a primeira pergunta já foi meio provocative…

 
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