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THE PRETTY RECKLESS
Espaço das Américas - São Paulo/SP
10 de março de 2017
Por Filippo Piovano / Fotos: Ricardo Ferreira
 
Com mais de duas horas até o show começar, a fila para entrar dava a volta no quarteirão do Espaço das Américas, em uma rua apertada com uma cerca que separa a rua das portas do fundo da casa. Enquanto esperavam as portas se abrirem, muitos dos fãs permaneciam grudados na cerca mirando o ônibus da banda com a expectativa de ver um dos membros aparecer pelos fundos da casa. Se a atmosfera era de ansiedade ainda na fila, logo dentro com seus lugares na pista, essa ansiedade se dobrou entre os fãs. Nitidamente, pelo menos metade do público era feminino, que, sejamos sinceros, não é a coisa mais comum para um show de hard rock, com uma maioria vestida de uma maneira inspirado nos looks excêntricos e chamativos da cantora Taylor Momsen. Realmente, esse é um dos maiores apelos do The Pretty Reckless – sempre conseguir reunir um público igualmente composto de homens e mulheres o mundo afora.


 
Sem show de abertura, o público passou um pouco mais de uma hora e meia à espera da banda subir ao palco. Sem dúvida a maior razão pelos milhares de fãs lotarem o Espaço das Américas foi justamente a cantora/guitarrista Taylor Momsen, com gritos de “Taylor” e “Momsen” enchendo a casa até o som de "Hells Bells" do AC/DC soarem nos holofotes sinalando a entrada da banda pouco depois das 22h30.
 
Foi só Taylor Momsen pisar no palco ao som de "Follow Me Down" que o público foi ao delírio, berrando cada frase da canção junto com Momsen. Os fãs seguiram estáticos durante "Oh My God" e "Hangman", faixas do álbum mais recente, "Who You Selling For" (2016), servindo como back-up para Momsen, que se descativava cada vez mais.


 
Mas foi quando Momsen tirou a jaqueta de couro à la Rob Halford, falou um pouco de português e introduziu "Make Me Wanna Die", a primeira música lançada pelo grupo, que eles se soltaram de vez. Momsen deslizou pelo palco de uma maneira reminiscente a Jim Morrison, repleta de energia e divertimento. Embora a atração foi sem dúvida Momsen e sua presença de palco, Ben Phillips (guitarra), Mark Damon (baixo) e Jamie Perkins (bateria) dominaram durante as execuções de "Prisoner" e "Sweet Things".


 
Logo, a casa inteira clamava pela aclamada "Zombie", mas antes veio outra favorita, a power-ballad "Just Tonight", porém, antes que o publico pôde terminar os aplausos Momen já exclamou: "Bom, vocês pediram, então aqui vai, porque somos todos Mother-F***in’ Zombies!". Foi durante a execução de "Heaven Knows", a mais afamada do Reckless, que o plateia se levantou mais, como não poderia ser diferente, com o coro ‘we belong way down below’ vindo forte. Após o clássico, o palco se iluminou completamente de vermelho significando o começo da canção mais apta para seguir, a explosiva "Going To Hell", marcada pelo solo bluseiro de guitarra de Ben Phillips repleta de wah-wah. Com uma bela combinação de rock moderno e hard-blues setentista o The Pretty Reckless apresentou bastante atitude, e os fãs, jamais se permitindo quietar, responderam devidamente.


 
Para terminar, Momsen agarrou sua guitarra para "Take Me Down" do novo álbum que vem desfrutando de bastante sucesso com os ouvintes e nas paradas. Levou meros segundos para o público pedir mais depois da banda se retirar, e não tardou até Jamie Perkins voltar para um tremendo solo de bateria acompanhado por um remix eletrônico. Finalmente, o restante dos integrantes voltaram ao palco para o encore, e Momsen, com um tamborim em uma mão e o microfone na outra agradeceu aos fãs e exclamou: ‘As coisas não mudam, é um F***ed Up World!’ que trouxe o espetáculo à um final eufórico. Infelizmente, por conta de atrasos no cronograma, a banda teve de sair às pressas e já partir para a próxima cidade na turnê.


 
Após o show, uma grande parcela da plateia permaneceu com a esperança de levar para casa uma das palhetas, baquetas ou setlists que os roadies jogavam enquanto desmontavam o equipamento. Porém, o que eles realmente queriam estava um pouco fora de alcance do poder dos roadies. ‘Agora joga a Taylor’, imploravam, de novo e de novo, salientando sua paixão pela carismática líder do grupo.


 
Setlist:
Follow Me Down
Since You’re Gone
Oh My God
Hangman
Make Me Wanna Die
My Medicine
Prisoner
Sweet Things
Who You Selling For
Just Tonight
Zombie
Living In The Storm
Heaven Knows
Going To Hell
Take Me Down
Fucked Up World



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