Por assessoria
O Corrosion of Conformity lançou seu novo álbum, intitulado Good God / Baad Man. O trabalho foi produzido pelo vencedor do Grammy, Warren Riker (Fugees, Down, Cathedral), e gravado nos estúdios Blak Shak em Riffissippi (EUA), Dockside Studios em Maurice (Louisiana) e no estúdio particular de Barry Gibb (Bee Gees) em Miami, Flórida.
Para acompanhar o lançamento de seu 11° álbum completo de estúdio o C.O.C. apresentou um novo videoclipe, para a música Asleep on the Killing Floor. Confira:
A arte de capa de Good God / Baad Man é assinada por Scott Guion, renomado artista de Nova Orleans. Confira abaixo e na sequência veja o tracklist do disco – com links para os videoclipes anteriores, feitos para as músicas You or Me e Gimme Some Moore.

Good God / Baad Man:
Album 1
01. Good God? / Final Dawn
02. You Or Me
03. Gimme Some Moore
04. The Handler
05. Bedouin’s Hand
06. Run For Your Life
Album 2
07. Baad Man
08. Lose Yourself
09. Mandra Sonos
10. Asleep On The Killing Floor
11. Handcuff County
12. Swallowing The Anchor
13. Brickman
14. Forever Amplified
Muita coisa aconteceu no universo do Corrosion of Conformity desde o último álbum No Cross No Crown (2018), gravado com a formação clássica integrada por Pepper Keenan (vocal, guitarra), Woody Weatherman (guitarra), Reed Mullin (bateria) e Mike Dean (baixo). Quatro irmãos unidos por uma história de décadas, iniciada por um grupo de punks adolescentes em Raleigh, Carolina do Norte, por volta de 1982.
Os quatro primeiros discos do C.O.C. deixaram uma marca permanente em bangers e punks de todos os lugares: os clássicos underground Eye For An Eye (1984) e Animosity (1985), seguidos pelos sucessos Blind (1991) e Deliverance (1994). Quando lançaram No Cross No Crown, quase um quarto de século depois, já eram lendas vivas, reverenciados por gerações de fãs.
Então veio a tragédia: em janeiro de 2020, Reed Mullin nos deixou. Foi um golpe devastador. Como substituir um irmão? Não se substitui. Tudo o que se pode fazer é seguir em frente em sua memória — e foi o que fizeram, até que a pandemia parou o mundo. Depois, Mike Dean decidiu seguir seu próprio caminho. Foi uma separação amigável, mas que deixou Pepper e Woody refletindo sobre o próximo passo. Eles se isolaram na casa de Keenan, no Mississippi, ouvindo tudo o que amam: Discharge, ZZ Top, Motörhead, Neil Young e Black Sabbath.
Eles começaram a compor e não pararam mais. O resultado foi um álbum duplo massivo. “Tivemos uma cornucópia tão insana de músicas que pareciam seguir duas direções diferentes”, diz Pepper. “Sabíamos que tínhamos que dividir em dois álbuns. Foi aí que surgiu o conceito.”
O título é o próprio conceito: Good God / Baad Man. “Nosso produtor, Warren Riker, vivia chamando de Dark Side Of The Doom“, lembra Pepper. “Na minha cabeça, é uma carta de amor estranha ao rock ‘n’ roll. Usamos isso para ter liberdade total. Cada álbum é seu próprio universo: Good God pende para o lado mais pesado e agressivo, enquanto Baad Man foca no rock de celebração. Ficou claro qual música pertencia a qual disco.”
Para completar o time, trouxeram o baterista Stanton Moore (que tocou no álbum In The Arms Of God, de 2005) e o baixista Bobby “Rock” Landgraf, que tocou com Pepper no Down. “Com muitas dessas músicas, estamos tentando orgulhar Reed Mullin“, diz Pepper. “Ele era um monstro, um baterista único. A responsabilidade era enorme.”
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