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A dura opinião de KERRY KING sobre o SLAYER na década de 1990

Embora tenha iniciado a década de 1990 com o clássico Seasons in the Abyss, o SLAYER perdeu algumas de suas características sonoras principais no decorrer do período. Álbuns como Divine Intervention (1994), Undisputed Attitude (1996) e Diabolus in Musica (1998) não são exatamente unanimidade entre os fãs.

Tais discos não agradam nem mesmo um dos integrantes. KERRY KING disse em entrevista à Metal Blast (via Metal Injection) que se pudesse dar um conselho para si, recomendaria prestar mais atenção no trabalho feito na década de 1990.

“Há uma parte da minha carreira que eu sempre olho para trás e digo: ‘você deveria ter prestado mais atenção’. Os anos 90. ‘Preste atenção aos anos 90 e não lance os álbuns de m#rda que você provavelmente lançará nos anos 90’.”

Em seguida, o guitarrista deixou claro:

“Não gosto das coisas que fazíamos nos anos 90. Fiquei muito desencantado com a música porque não entendia as bandas que estavam ficando populares. Ainda não entendo. Nunca gostei de LIMP BIZKIT e outras bandas daqueles tempos. Isso simplesmente me chateou e desanimou.”

KERRY KING e o SLAYER dos anos 1990

Ainda de acordo com KERRY KING, Diabolus in Musica deixa claro seu afastamento da parte criativa do SLAYER. Não à toa, seu parceiro de guitarras, o saudoso JEFF HANNEMAN, compôs quase todo o material ali presente.

“Isso é realmente visível para mim no Diabolus in Musica. Não prestei atenção naquele álbum. Eu tive algumas músicas lá, mas não contribuí tanto como normalmente faço. E então recuperei os meus sentidos e disse: ‘Quer saber? F#da-se’. Pensei: ‘Estamos no Slayer, precisamos ser importantes, preciso prestar atenção nessa m#rda’.”

Para ele, o álbum seguinte trouxe uma situação diferente.

“Você pode dizer que comecei a prestar atenção quando God Hates Us All (2001) foi lançado, porque isso foi uma espécie de nosso renascimento, tipo: ‘sim, ficamos um pouco perdidos durante os anos 90, mas endireitamos o rumo e aqui vamos nós’.”

Por fim, KING destacou que HANNEMAN foi o responsável por trazer uma sonoridade diferente para o SLAYER na década de 1990. Para ele, só deu certo em Undisputted Attitude.

“Não fomos muito prolíficos nos anos 90. PAUL (BOSTAPH, baterista) nos deixou uma vez. Então fizemos o álbum Undisputed Attitude, do qual tenho muito orgulho; adoro esse disco de covers. Tínhamos algumas músicas originais, algumas músicas punk de Jeff. ‘Gemini’, que eu trouxe. Mas, no fim das contas, os anos 1990 não são um bom ponto na minha história.”

Reunião

Ao lado de TOM ARAYA (voz e baixo), PAUL BOSTAPH (bateria) e GARY HOLT (guitarra), KERRY KING reativou o SLAYER para uma série de três shows em festivais americanos.

A breve turnê de reunião começa no Riot Fest, em Chicago, entre os dias 20 e 22 de setembro. O Louder Than Life Festival ocorre uma semana depois em Louisville, Kentucky, no dia 27. Por fim, eles encerram essa passagem 10 de outubro no Aftershock, marcado na cidade de Sacramento, California. Louder Than Life e Aftershock são eventos da Dammy Wimmer Presents.

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