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Julgamento traz à tona escândalo de overdose de uma adolescente em 1980 na casa de DON HENLEY, baterista do EAGLES

Está em andamento um dos julgamentos de maior repercussão no mundo da música, e ele envolve os Eagles. Em 2020, três homens foram presos acusados de tentarem vender páginas com rascunhos das letras escritos à mão para as músicas Life in the Fast Lane e a faixa-título do álbum Hotel California, lançado pelo Eagles em 1976. Supostamente, na ocasião os três homens mentiram quanto às origens da propriedade do material que tentavam vender. O valor dos documentos foi relatado como acima de 1 milhão de dólares. No entanto, agora a coisa se complicou para a própria banda, especificamente para o baterista Don Henley… 

Antes indisponíveis ao público, agora documentos impactantes desse julgamento em curso reabrem uma polêmica sobre uma noite agitada ocorrida em meados de 1980, na qual Henley acabou sendo detido depois de um adolescente sofrer uma overdose em sua residência. A versão do baterista sempre foi de que o incidente aconteceu durante uma festa com integrantes da equipe da banda. Na ocasião, Henley foi acusado de fornecer cocaína ao menor. Segundo ele mantém, diz que assumiu a culpa para proteger os então verdadeiros culpados. Também desmentiu a acusação de ter tido relações sexuais com o jovem. “Havia roadies e caras na minha casa – estavámos nos despedindo do Eagles, recordou em entrevista concedida em 1991 à GQ“Tirei todos de casa; assumi a culpa total por tudo. Eu era estúpido; eu poderia ter descarregado tudo no vaso sanitário. Eu não queria que essa menina morresse na minha casa. Eu queria ter o atendimento médico para ela. Fiz o que achei melhor e paguei o preço”

Agora, em uma nova carta recente, Henley contou a um oficial de liberdade condicional de Santa Mônica uma história bem diferente. A carta está sendo utilizada em provas no julgamento atual.

Caso que estava arquivado sobre polêmica envolvendo Don Henley, do Eagles, volta a ganhar os holofotes

Segundo Henley, o fato é que ele estava deprimido e sozinho quando chamou um serviço de escolta. Em seguida uma jovem teria aparecido na porta e eles compartilharam cocaína. “Ela me disse que era apenas uma garota de programa temporária até pagar uma dívida de US$ 2.000 em cocaína em San Diego”

Na carta, Henley adimite que tentou fazer sexo com a adolescente, mas que isso teria acontecido antes que ela mencionasse que não estava se sentindo bem. Em seu depoimento, disse que ela começou a ter convulção enquanto ele estava no banheiro tomando uma aspirina. Ele teria pedido ajuda, porém a adolescente parecia estar se recuperando quando os paramédicos chegaram. Ele alega que após os profissionais terem ido embora, ele prometeu levá-la para casa em segurança. Afirma ter chamado uma amiga para lhe dar carona, e a amiga tinha acabado de chegar quando membros da Unidade de Crianças Exploradas Sexualmente do Departamento de Polícia de Los Angeles apareceram na manhã de 24 de novembro de 1980.

Conforme apurado pelo Ultimate Classic Rock, os investigadores apreenderam 22 gramas de cocaína e cinco gramas de maconha, além de Quaaludes e outras drogas. A garota de 16 anos, encontrada ainda nua, foi acusada de prostituição e sua amiga de 15 anos foi presa por estar sob efeito de drogas. Anos mais tarde, Henley, então com pouco mais de 30 anos, alegou não contestar a acusação de contravenção de contribuir para a delinquência de uma menor. Ele foi condenado a dois anos de liberdade condicional e multa de US$ 2.500.

Toda essa polêmica do passado veio à tona no atual julgamento sobre o roubo de letras dos Eagles, depois que os advogados de um dos acusados, de nome Edward Kosinski, tentaram introduzir a referida carta de Henley no processo e interrogá-lo sobre. No entanto, o promotor Aaron Ginandes tentou passar um pano para tais acusações. “O Sr. Henley tem uma condenação por contravenção de 1980 e, dado o tempo de duração, há quanto tempo isso foi e o fato de que essa condenação por contravenção tem, a natureza dela é bastante prejudicial e não tem absolutamente nenhum valor probatório”, argumentou. Entretanto, o juiz Curtis Farber foi contra o argumento do mesmo e a carta será sim permitida como parte dos advogados do réu de por em jogo a honestidade de Henley. O músico testemunhará sobre o caso principal em voga durante intervalos da turnê do Eagles.

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