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Edição #225

R$29,00

Desde os primórdios, Angus e Malcolm Young já estavam decididos: iriam formar a maior banda de rock do mundo. Com muito trabalho, talento e determinação, levaram o AC/DC ao topo. Mas não foi fácil… Neste especial, falamos sobre os anos de…

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ESPECIAL AC/DC - INTRO

Por Antonio Carlos Monteiro Desde os primórdios, Angus e Malcolm Young já estavam decididos: iriam formar a maior banda de rock do mundo. Com muito trabalho, talento e determinação, levaram o AC/DC ao topo. Mas não foi fácil… Neste especial, falamos sobre os anos de formação da banda, as glórias e as tragédias e o momento atual. Afinal, o AC/DC ainda vive?

ESPECIAL AC/DC – 2

Por Antonio Carlos Monteiro Algumas bandas conseguem ser mais do que clássicas. Elas se tornam verdadeiras institui­ções não apenas do rock, mas da cultura moderna. A elas até são atribuídos certos direitos que não cabem a qualquer grupo. Quan­tas vezes você já leu, ouviu ou até mesmo falou que apenas três bandas de rock têm o direito de gravar sempre “o mesmo disco”, Ramones, Rolling Stones e AC/DC? E tiran­do-se a maldade inserida nessa frase (já que é óbvio que não se trata de uma verdade), o fato é que o Ramones só vai poder fazer isso lá “do outro lado”, uma vez que os quatro in­tegrantes originais já morreram, enquanto os Stones estão sem a menor pressa fina­lizando seu primeiro disco de inéditas em doze anos. Assim, uma verdadeira incógnita paira sobre o grupo criado pelos irmãos Young lá em 1973.

ESPECIAL AC/DC – 3

Por Antonio Carlos Monteiro Durante esses 44 anos de rock e estrada, a vida da banda tem sido tudo menos mo­nótona. Tanto que em entrevista publicada na edição #193 da ROADIE CREW, Angus Young comentou a música Hard Times, que estava no disco que a banda acabara de lançar, Rock or Bust (2014). Ao contrário do que se pensava, ela não falava sobre o momento que a banda vivia, com seu irmão Malcolm recém-internado com diagnóstico de demência, mas dos primórdios. “Na­queles tempos a gente tinha que batalhar bravamente para simplesmente sobrevi­ver”, lembrou ele. “Nós queríamos tocar em vários lugares e vivíamos às custas de dinheiro emprestado. A gente não pensa­va muito nas consequências, a gente era músico! Aí voltávamos pra casa e víamos que estávamos quebrados. Tem um bocado de nostalgia nisso… Normalmente o início de uma banda é uma fase bem complicada. Tanto que meu primeiro emprego formal foi numa fábrica – ou seja, não foi exata­mente uma grande experiência”…

AC/DC ESPECIAL – DISCOS I

Por Redação Acompanhar a discografia pode até ser algo confuso, já que alguns lançamentos do AC/DC saíram exclusivamente no mercado australiano. Difícil é não apreciá-la de ponta a ponta. Afinal, estamos falando dos registros que fizeram deste um dos maiores nomes da história do rock!

AC/DC ESPECIAL – DISCOS II

Por Redação Rock of Bust e discos ao vivo.

AVENGED SEVENFOLD

Por Daniel Dutra As bandas que crescemos ouvin­do entraram em sua reta final. Algumas até já pediram as contas, e há uma segunda gera­ção pronta para liderar o heavy metal nos próximos anos. As grandes arenas também devem dar lugar a casas menores, num processo que pode não ser infinito, mas é inevitável. A caminho das duas décadas de carreira e com sete discos de estúdio lançados, o Avenged Sevenfold é um dos “novos” nomes que desfrutam de popularidade. Se os primeiros anos são responsáveis por certa aversão à banda, o quinteto – hoje formado por M. Shadows (vocais), Synyster Gates e Zacky Vengeance (guitarras), Johnny Christ (baixo) e Brooks Wackerman (bateria) – soube começar a virar musicalmente o jogo. Primeiro com o metal tradicional de Hail to the King (2013), depois com o surpreendente The Stage (2016), trabalho conceitual que fez o A7X viajar pelo prog metal e enveredar por um caminho lírico igualmente mais complexo. Conversamos por telefone com o animado e falante M. Shadows sobre tudo isso e mais um pouco, e o resultado pode fazer você es­cutar com outros ouvidos o som da banda. Especialmente os dois últimos álbuns.

PRONG

Por Chris Alo Devem existir outros, mas Tommy Victor é o único músico que me ocorre quan­do penso em alguém que gravou seu primeiro disco há mais de trinta anos e que continua num ritmo de trabalho tão intenso que faria co­rar de vergonha artistas com metade de sua idade. Afinal, esse nova-iorquino gravou nada menos que sete discos nos últimos três anos – quase um catálogo completo! Cinco desses lançamentos foram como guitarrista e vocalista de sua banda Prong e dois como guitarrista e baixista do Danzig. Nesta conversa, ele conta como faz para manter esse ritmo de trabalho e fala sobre o último disco do Prong, Zero Days…

SOULSPELL

Por Daniel Dutra Não é a primeira e provavel­mente não será a última ópera metal feita no Brasil, mas é inegavelmente a que rendeu os melhores frutos. Idealizado pelo baterista e compositor Heleno Vale em 2004, o Soulspell chega ao quarto disco, The Second Big Bang, para dar continuidade a um enredo que começou em A Legacy of Honor (2008) e seguiu por The Labyrinth of Truths (2010) e Hollow’s Gathering (2012). Os acontecimentos que podem mudar o rumo da humanidade agora envolvem a proximidade do fim do universo ao mesmo tempo em que o personagem Timo busca se descobrir. Uma história que precisa ser acompanhada com atenção dá suporte a um trabalho musical feito para agradar em cheio a qualquer fã de power metal melódico – saca só o naipe dos convidados da vez: Andre Matos, Arjen Lucassen, Dani Nolden, Edu Ardanuy, Fabio Lione, Kiko Loureiro, Markus Grösskopf, Ralf Scheepers, Tim Ripper Owens e Timo Kotipelto, entre outros. Era o suficiente para conversamos com Vale, mas havia muito mais assuntos para abordar com o mentor do projeto. E aqui você confere os melhores momentos do longo bate-papo…

RAGE

Por Guilherme Spiazzi Com mais de trinta anos de estrada, Peter “Peavy” Wagner (vocal e baixo) soube se manter firme mesmo após a saída de Victor Smolski (guitarra) e André Hilgers (bateria) em 2015. Apesar de per­der integrantes-chave do Rage naquele momento, o músico não perdeu tempo e encontrou em Marcos Rodriguez (guitarra e backing vocals) e Vassilios “Lucky” Maniatopoulos (bateria e backing vocals) os parceiros ideais para continuar o legado. Esta continuidade poderia basicamente seguir o caminho dos trabalhos mais recentes ou trazer de volta elementos clássicos da personalidade musical do grupo. Cerca de um ano depois de estrear a nova forma­ção com The Devil Strikes Again (2016), o Rage está de volta com Seasons of the Black, disco que, segundo Peavy, traz um resgate da sonoridade e da personalidade características do Rage…

AVATARIUM

Por Guilherme Spiazzi O Avatarium poderia ser apenas mais um dos tantos projetos do baixista e com­positor Leif Edling (Candlemass), mas o grupo ganhou vida própria e chega ao seu terceiro álbum, Hurricanes and Halos, disposto a continuar e se firmar na cena do metal. Ao agregar influências clássicas e contemporâneas, a banda sueca, atualmente composta por Jennie-Ann Smith (vocal), Marcus Jidell (guitarra, Soen), Mats Rydström (baixo), Lars Sköld (bateria, Tiamat) e Rickard Nilsson (órgão), busca trazer uma música atual e dinâmica. Smith nos falou sobre o início da banda e as com­binações que resultaram no mais recente lançamento.

MASTERPLAN

Por Guilherme Spiazzi Após doze anos de parceria e seis álbuns de inéditas, Roland Grapow soube olhar para frente e construir uma nova carreira for­mando o Masterplan ao ser demitido do Helloween em 2001. Com a empreitada, o guitarrista assumiu uma nova identidade no metal melódico e aumentou sua base de fãs soltando cinco discos de estúdio, até que o que poucos esperavam aconte­ceu. No mesmo ano em que o Helloween traz ex-integrantes para a Pumpkins United World Tour, o Masterplan lança PumpKings, álbum com regravações do Helloween da era Grapow. Nesta entrevis­ta exclusiva, o guitarrista alemão revela a razão para este lançamento e dá pistas so­bre o próximo passo do Masterplan, além de revelar alguns detalhes e impressões sobre sua ex-banda.

GENOCÍDIO

Por Valtemir Amler Em um país mergulhado em uma crise política sem precedentes, com escândalos pipocan­do nos noticiários, catástrofes ambientais causadas pela ganância, marcado pelo des­caso dos poderosos e recentemente agitado até pela qualidade da comida que se põe à mesa, a desesperança tem se tornado um sentimento crescente. Coube ao veterano grupo paulistano Genocídio retratar esse triste momento de nossa história em seu novo álbum, Under Heaven None. Confira o que Murillo Leite (vocal e guitarra), Wan­derley Perna (baixo) e Rafael Orsi (guitarra) têm a nos contar sobre a visão contida no sucessor de In Love with Hatred (2013).

EDITORIAL

Por Airton Diniz

Dias de festa, em nome do rock

Neste mês de setembro recém terminado ocorreu uma grande abertura de espaço para o rock nos meios de comunicação dedicados ao ‘mainstream’, principal­mente por causa da realização do “Rock in Rio”, o festival que já nasceu com a estatura de megaevento desde sua primeira edição em 1985. E seu gigantismo e repercussão mundial tem muito a ver com o suporte de uma das maiores redes de televisão do mundo, a Globo, o que fez com que a participação no RiR se tornasse objeto de desejo para artistas de todos os gêneros musicais e atraísse o interesse de público dos mais variados gostos. Para alguns o que importa é ostentar na volta para sua cidade ou seu bairro aquela camiseta com a inscrição infalível “eu fui…”, mesmo que nunca vá lembrar o nome de uma música sequer que tenha ouvido, se é que prestou atenção em alguma, mas não há nada de mal nisso, pelo contrário, tudo é uma festa. Por outro lado é bem possível que alguém que nunca tenha tomado conhecimento da existência do Aerosmith, por exemplo, vendo in-loco ou pela TV, acabou se emocionado com a apresentação do grupo de Steven Tyler, e isso venha a despertar interesse em conhecer outras bandas e descobrir que há um mundo maravilhoso a ser explorado no cenário do rock. Graças ao poderio do grupo Globo, esta aproximação do povo com a música não se restringe àqueles que tiveram a chance de estar presente fisicamente no local do festival, ou às matérias veiculadas em seus diversos canais, mas também na programação de transmissões de shows completos ao vivo ou gravados, que permitiu a muita gente assistir a espetáculos de altíssimo nível de profissionalismo. Nem chegou a incomodar alguns comentários de telespectadores em mensagens enviadas por celular ao estúdio durante as transmissões, assustados com a vitalidade e energia dos “velhinhos” do The Who. Acho que se perguntavam: o que é que tem de especial esse tal de rock ‘n’ roll que faz com que alguém com mais de 70 anos de idade demonstre tanto prazer em apresentar suas criações, algumas tocadas durante quase 50 anos? A resposta é que esse tipo de música é arte de verdade, é muito mais do que meramente a trilha sonora de baladas. A passagem do tempo não tem qualquer significado, não afeta, nem desgasta sua qualidade como obra artística. A palavra “rock” carrega uma magia tão poderosa que permite ‘dar carona’ a outros estilos musicais na realização de grandes eventos como esse.

Uma das provas que o tempo não passa para a arte musical é a matéria especial que fazemos neste mês com o AC/DC. A lei da na­tureza exerceu seu papel implacável deteriorando a saúde do corpo físico dos músicos, mas não mexeu no prazo de validade ilimitado das músicas por eles criadas. O ‘rock-jardim-de-infância’, como foi descrito o som do AC/DC por alguém que participou da cobertura quando eles se apresentaram no Rock in Rio de 1985, continua tão bom de ouvir como naquela época.

Eu gostaria demais que muitas coisas fossem tão permanentes como o bom e velho rock ‘n’ roll, mas, infelizmente, nessa vida a realidade não é bem assim. Preciso prestar minha solidariedade a todos os parceiros e amigos, funcionários da Prol Editora Gráfica, com os quais convivi durante os últimos 20 anos, pois a empresa teve que encerrar as atividades no último dia 22 de setembro, aumentando o número de vítimas da terrível crise que assola nosso país. Força pessoal, essa situação ainda vai mudar.

Airton Diniz

CENÁRIO

Por Redação

NANDO FERNANDES: A VOZ DO ROCK

Não, meu amigo, não há nada de errado no título desta entrevista. Assim como o mestre Glenn Hughes, Nando Fernandes merece tal homenagem. Apesar de não possuir uma discografia tão extensa quando a de seu colega de profissão, o brasileiro possui registros marcantes na história do som pesado nacional: o debut do Cavalo Vapor, Greatest Little Hits (1997), e The Reason of Your Conviction (Hangar, 2007). Na entrevista a seguir, o vocalista nos fala destes trabalhos, de sua participação no Programa Raul Gil e do surgimento de um trabalho que tem tudo para figurar em destaque muito em breve…

 

 

THY ART IS MURDER: DE VOLTA AOS MELHORES DIAS

Após um pequeno susto, a banda australiana de deathcore Thy Art Is Murder está de volta com os vocais de CJ McMahon, que ficou um período ausente, mas retornou em janeiro deste ano. Mais que isso: ele, Andy Marsh e Sean Delander (guitarras), Kevin Butler (baixo) e Lee Stanton (bateria) colocaram o sucessor de Holy War (2015) na praça. Chegando para honrar a confiança de seus fãs, Dear Desolation, seu quarto full-length, foi lançado no último dia 18 de agosto através da gravadora Nuclear Blast. Quem nos contou os detalhes foi o guitarrista Andy Marsh!…

 

REC/ALL: UM POUCO DE TUDO

Tem sangue novo no cenário carioca. Liderado pelo vocalista Rod Rossi, a Rec/All lançou este ano seu primeiro álbum, homônimo, escorado por um supergrupo – Marcelo Barbosa e Davis Ramay (guitarras), Felipe Andreoli (baixo) e Marcelo Moreira (bateria) – e um baita time de convidados – Edu Ardanuy, Kiko Loureiro, Roy Z, Lula Washington e Alessandro Del Vecchio. O resultado do trabalho é um hard heavy de primeira, e conversamos com Rossi, a voz brasileira de “Os Cavaleiros do Zodíaco” e “Dragon Ball Z”, para contar como tudo começou.

SKYFORGER: A HISTÓRIA E A MÚSICA LETÃ DE VOLTA AO BRASIL

Pēteris “Peter” Kvetkovskis (vocal e guitarra), Edgars “Zirgs” Grabovskis (baixo) e os “novatos” Alvis Bernāns (guitarra e backing vocals) e Artūrs Jurjāns (bateria) formam o Skyforger, que é muito mais do que uma boa banda da Letônia. Desde o seu surgimento, em 1995, este nome representa a cultura e as tradições de sua terra natal, tudo embalado em música de alta qualidade e com profundo senso histórico. Prestes a desembarcar novamente no Brasil, conversamos com o vocalista Peter, que nos falou sobre Senprūsija e o DVD Senprūsija Live – ambos de 2015 –, além de sua visão sobre o papel do Skyforger para a cena de seu país

EREB ALTOR: VIKING/BLACK METAL SUECO CHEGANDO AO BRASIL

Formado em 2003 em Gävle (SUE), o Ereb Altor é um dos nomes que vem se firmando no cenário internacional, graças ao seu viking metal repleto de referências black e a um ritmo de trabalho acelerado. Foram oito discos em nove anos, um deles uma belíssima homenagem ao Bathory, que os brasileiros terão a chance de conferir ao vivo durante o Thorhammerfest. Na entrevista a seguir, o vocalista e guitarrista Mats nos falou sobre os dois últimos registros do grupo, o legado do Bathory e sua estreia no Brasil.

IMPERATIVE MUSIC: “O METAL É UM PRAZER SOMBRIO”

Gilson Rodrigues de Arruda, “o cara” da Imperative Music, não é apenas um empreendedor do heavy metal. Ele é, principalmente, um apaixonado por música pesada, um daqueles típicos fãs dos anos 80 que simplesmente resolveu arregaçar as mangas e começar a fazer algo pelo gênero que curtia, tornando-o menos recluso à obscuridade e mais viável para aqueles que estão começando a trilhar seu caminho no cenário. Confira o nosso papo com este guerreiro do underground nacional.

ELIZABETHAN WALPURGA: TRAZENDO

DIFERENCIAL PARA O METAL EXTREMO

Demorou pouco mais de duas décadas desde sua formação, mas, finalmente, o Elizabethan Walpurga chega ao seu debut, Walpur­gisnacht. Mesclando black metal com heavy tradicional, o grupo pernambucano mostra um som refinado, com muitos elementos que se encaixam bem à sua proposta. Leonardo Mal’lak (vocal) e Renato Matos (baixo) falaram sobre a retomada das atividades, deram detalhes sobre Walpurginacht e opinaram sobre a mesmice no black metal atual.

SIOUX 66: O CAMINHO BEM TRILHADO DO CAOS

Gradativamente, o Sioux 66 vem se destacando no cenário do rock brasileiro. Atualmente, o grupo se­gue divulgando seu segundo álbum, Caos (2016), que vem obtendo boa repercussão. A exposição com a abertura de shows para o Papa Roach e, principalmente, para o Aerosmith, ajudou a banda a impulsionar seu novo álbum. O guitarrista Bento Mello, que também integra a banda Tales from the Porn como baixista, atendeu a ROADIE CREW e falou do bom momento vivido pelo Sioux 66.

ROADIE MAIL / TOP 3 / MEMÓRIA

Por Redação

RESPEITO ENTRE OS FÃS

Estou escrevendo para relatar um fato interessante a que assisti, acompanhando o Wacken 2017 via streaming. Se não me engano, há algumas edições vi a resenha do festival Maximus, que ocorreu em maio, e, infelizmen­te, alguns “desavisados”, por assim dizer, vão aos shows e festivais para ver suas bandas favoritas, mas se esquecem de respeitar outras bandas e também as pessoas que lá vão parar curtir seus shows. Como um ocorrido quando alguns menos favorecidos mentalmente joga­ram garrafas e sei lá mais o que no show do Linkin Park, depois ou antes, não me recordo, de assistir ao Slayer. Se eu gosto de Slayer e não gosto de Linkin Park, eu assisto ao show do Slayer e saio para tomar minha cerveja com meus amigos e deixo as demais pessoas que curtem a outra banda assistirem a seu show tranquilamente, e com todo o respeito que o artista merece. Pois bem, ao que assisti hoje no Wacken: show do Skyline, Europe, Accept, Status Quo e pasmem, um DJ Mambo Kurt, que teoricamente nada tem a ver com metal, mas ao invés de jogar coisas no palco, ou xingar o artista, a multidão estava “enlouque­cida” curtindo o som do cara. Isso é exemplo de atitude e respeito. Por isso acredito muito no trabalho da ROADIE CREW, em divulgar os eventos, fazer as resenhas, mostrar os fatos para todos nós, e “sim”, mostrar aos fãs brasi­leiros que todos têm e devem ter espaço. Que é possível passar um ou dois dias em um festival ouvindo do hard rock ao metal extremo, e até mesmo a um DJ, sem que façamos “papelão” perante os artistas, organizadores e público.

Marcio Camargo

Londrina/PR

Isso é o que todos nós buscamos. Esse assunto é tratado também com muita competência pelo jornalista Daniel Dutra na entrevista com o Avenged Sevenfold que figura nesta edição. Sobre o Mambo Kurt, ele é uma espécie de “prata da casa”. Participa há anos do Wacken divertindo o público. É conhecido por todos os frequentadores do evento e suas apresentações no decorrer do Wacken são sensacionais. Uma festa! E seu hino principal é The Final Countdown do Europe! Estamos batendo nessa tecla há anos em nossas coberturas no exterior e, com certeza, dessa forma estamos contribuindo. Abraço. (Claudio Vicentin)

BLIND EAR – LUIZ SYREN (SYREN)

Por Daniel Dutra

“Isso é meio Judas Priest. (R.C.: É do novo disco de uma banda cascuda). Mas o vocalista é antigo? (R.C.: Sim e não). Essa voz… É o Accept! O show no Monsters of Rock foi mara­vilhoso, o som estava tão bom que parecia que estava rolando o CD. Fui ao festival para ver o Manowar e empolgado porque assistiria ao Kiss mais uma vez, mas o Accept foi destruidor. Ape­sar de a banda continuar fazendo o tradicional, ela conseguiu unir o antigo a uma coisa nova, talvez por causa da produção. A música não mudou, mas a sonoridade é diferente. Está mais agressiva. Gosto muito do que vem fazendo com o Mark Tornilo”.

Música: The Rise of Chaos

Banda: ACCEPT

Álbum: THE RISE OF CHAOS

ETERNAL IDOL – CHRIS CORNELL

Por Antonio Carlos Monteiro

A vida do sujeito é a melhor possível, até invejada por muitos. Mas sabe-se lá o que se passa na cabeça dele. A depressão é uma doença silenciosa, incompreendida e, por isso mesmo, cruel. E uma de suas mais recentes vítimas era o cara considerado um dos criadores do grunge.

Christopher John Boyle nasceu na Seattle que lhe deu fama em 20 de julho de 1964. Filho do farmacêutico Edward Boyle e da contadora Karen Cornell, Chris anos depois definiria seus pais como “alcoóla­tras”. Ele mesmo aos 12 anos travou contato com a bebida e com drogas como ácido e maconha. Pouco antes, no entanto, tinha travado contato com a obra dos Beatles e aquilo o fascinou. Já sentindo os efeitos da depressão que o acompanharia por toda a vida, tornou-se um adolescente solitário que caiu de cabeça na música. Foi aí que decidiu que se tornaria um músico profissional. “Isso salvou minha vida”, diria ele anos depois.

RELEASES CDS/DVDS/BLU-RAY/DEMOS

Por Redação

Nesta edição:

Act of Defiance

Alpha Tiger

Arcádia

Arch Enemy

Au-Dessus

Autograph

Balthazar

Belphegor

Cannabis Corpse

Deranged

Die Apokalyptischen Reiter

Draconis

Edguy

Enslaved

Epica

Eternal

Faces of Death

Goatwhore

Graham Bonnet

Kee of Hearts

Masterplan

Motherwood

Noturnall

Pagan Altar

Putrefaction

Septic Flesh

Syn TZ

Tales from the Porn

Terrorsphere

Trezzy

Trooz

Garage Demos

 

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Nesta edição:

Eclair

Rerfind

Godhelmet

Front Cover (por Marcelo Vasco)

Nesta edição:

Tankard – One Foot in the Grave

HIDDEN TRACKS – GRAND PRIX

Por Ricardo Batalha Com um som mesclando hard rock e AOR, o Grand Prix surgiu no final dos anos 70 sob o nome Paris. O Reino Unido estava em alta com a New Wave of British Heavy Metal, mas o baixista Ralph Hood e o guitarrista Michael O’Donoghue, então integrantes do Raw Deal, queriam mais que apenas tocar em pequenos clubes londrinos. Curiosamen­te, Phil Lanzon, conhecido como tecla­dista do Uriah Heep desde 1986, chegou a fazer um teste para ser o vocalista do Raw Deal, em 1978. A vaga, no entanto, ficou com o canadense Bernie Shaw (ex­-Legend e Cold Sweat), que havia acabado de se mudar para a Inglaterra e foi oficia­lizado no grupo quando já atendiam por Paris. “Conheci Phil no quarto dia que estava em Londres, em dezembro de 1978. Acabamos dividindo um flat por alguns meses e então as coisas começaram a acontecer”, recordou Shaw. Lanzon acabou ficando como tecla­dista e a formação foi completada com o baterista Andy Beirne, que vinha do finado Dirty Tricks, que contava também com o baixista Terry Horbury (Vardis).

PLAY LIST – JOHN LAWTON

Por Ricardo Batalha

Ride in the Sky: “Esta foi a primeira música que compus junto com Peter Hesslein (N.R.: guitarrista) e foi a que realmente chamou a atenção da imprensa musical para o som do Lucifer’s Friend quando lançamos o primeiro álbum.”

Álbum: Lucifer’s Friend – Lucifer’s Friend (1970)

COLLECTION – INCANTATION

Por Valtemir Amler Quando o guitarrista John McEntee e o baterista e vocalista Paul Ledney ini­ciaram a jornada do Incan­tation em 1989, não eram necessariamente novatos, tampouco desconhecidos da efervescente cena extrema de Nova York. Ambos já haviam tocado juntos em uma das lendas do underground de Nova Jersey, o Revenant, mas logo decidiram seguir seus próprios passos, surgindo assim o lendário Incantation. No entanto, os dois fundadores não permaneceram juntos por muito tempo. Já em 1990, Ledney abandonou o grupo, passando a se dedicar ao black metal, fazendo história ao lado de Profanati­ca e Havohej. McEntee então precisou reformar completamente a banda para o lançamento do histórico Entrantment of Evil (1990), iniciando, assim, uma jornada alucinante de mudanças de formação, mas que sempre chegou às raias da perfeição graças à criatividade e ao seu forte comando. Hoje, com quase trinta anos de estrada no underground do death metal, muitos discos lançados e turnês por todo o mundo, o Incantation desfruta do status de lenda do estilo e é citado como referência até por aqueles que pouco lembram o seu som. Vejamos um pouco mais dessa trajetória.

LIVE EVIL – SUMMER BREEZE

Por Claudio Vicentin

Summer Breeze

 Dinkelsbühl (ALE)

16, 17, 18 e 19 de agosto de 2017

Por Claudio Vicentin • Fotos: Makila Crowley

A Alemanha, uma das economias mais fortes da Europa, além de um país com povo de cultura e educação acima da média, tem dois grandes festivais de heavy metal. O mais conhecido por todos nós, Wacken Open Air, foi o que a ROADIE CREW passou a cobrir e divulgar desde 2001, ajudando a fortalecer seu nome por aqui. O outro é o Summer Breeze Open Air, que queremos passar a destacar a partir desta edição de 2017, quando o evento completou vinte anos de vida.

Situado na cidade de Dinkelsbühl, a noventa minutos de cidades maiores como Stuttgart e Nuremberg, tem uma localização excelente e de fácil acesso. Acabei ficando hospedado em um ótimo hotel na tranquila Schnelldorf, cidade menor que fica a trinta minutos de carro do festival.

Diferentemente do Wacken, no local onde se realiza o festival não fomos “brin­dados” com muita chuva. Para se ter uma ideia, entre quarta e domingo, quando aconteceu o evento, choveu apenas du­rante uma hora no sábado. Além disso, o verão na região conta com uma tempera­tura agradável, de 25 a 27 graus na média. O terreno é muito atrativo, pois não há necessidade de grandes caminhadas para chegar de um palco ao outro, e o solo, mesmo com a chuva de sábado, secou rapidamente sem trazer transtornos para os fãs. Lama? Um pouco, mas nada com­parado ao Wacken nos últimos anos…

LIVE EVIL – OVERLOAD MUSIC FEST

Por Valtemir Amler

Overload Music Fest

Carioca Club – São Paulo/SP

16 de setembro de 2017

Por Valtemir Amler • Fotos: Fernando Pires

No quesito novidade, o ano de 2017 tem sido bastante positivo para o público de rock/metal em São Paulo. Afinal, apenas para ficar no lado mais pesado da coisa, já haviam rolado por aqui, em março, as estreias dos noruegueses do Borknagar e do Tsjuder. Variedade também não faltou do hard e do prog ao black metal, pois todos os estilos musicais têm sido contemplados com grandes shows que até poucos anos atrás víamos apenas como um sonho. Na esteira dos grandes espetá­culos, da variedade musical e das grandes estreias em solo nacional, o Overload Music Festival precisa ser destacado, já que prima pela qualidade do seu cast e a cada edição parece se esforçar por trazer o que há de mais interessante para ser visto e ouvido no mundo da música. Em 2017 não foi diferente, e, em um sábado pavoroso de tão quente na capital paulista, lá estávamos nós, prontos para conferir nada menos do que a estreia de quatro shows inéditos no Brasil.

Para começar, aquele que talvez tenha sido o único show que decepcionou parte do público, não por conta de John Haughm, que foi bastante fiel à sua proposta artís­tica, mas pela esperança infundada que muitos tinham quanto ao set list do show…

BACKGROUND – BLIND GUARDIAN – PARTE 3

Por Valtemir Amler Com o sucesso de Imagina­tions from the Other Side (1995), a Virgin Records começou a prestar ainda mais atenção no Blind Guardian e não demorou a inundar o mercado com uma série de singles, um EP e uma compilação. Nenhum fã reclamou, muito pelo contrário. De todo aquele material que veio entre o quinto e o sexto discos de estúdio, um pode ser consi­derado indispensável para novos e antigos fãs. Trata-se da coletânea Forgotten Tales, lançado em 16 de abril de 1996. Muito mais do que uma coleção de canções escolhidas por uma equipe e joga­das de forma aleatória, o álbum apresenta versões rearranjadas e temas acústicos e ao vivo, além de covers tão inusitados quanto interessantes. Entre eles, Barbara Ann (The Rejents), Surfin’ USA (The Beach Boys), The Wizard (Uriah Heep), To France (Mike Oldfield), Mr. Sandman (The Chordettes) e, principalmente, Spread Your Wings (Queen), além de versões orquestradas de Lord of the Rings, Black Chamber e Theatre of Pain.

CLASSICREW

Por Redação

1967

THE WHO

Sell Out

Antonio Carlos Monteiro

O final dos anos 60 foi marcante para o rock. Foi naquela época em que as bandas resolveram ousar sem medo das reações e das consequências. Melhor que isso, mesmo que eventual­mente à custa de muita argumentação, acabavam tendo respaldo por parte das gravadoras. Não fosse isso, o mundo teria sido privado de obras definitivas como Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Beatles) e Their Majesties Satanic Request (Rolling Stones). E dá pra colocar nesse pacote Sell Out, terceiro disco do Who.

A ideia veio dos empresários da banda, Kit Lambert e Chris Stamp: fazer um disco com músicas que se unissem umas às outras, como era a programação das rádios piratas britânicas. “Foram as rádios piratas que construíram a cena musical da Inglaterra”, declarou Pete Townshend anos mais tarde. E o que uniria uma faixa a outra seriam jingles comerciais, como acontecia nas rádios reais, o que acabou transformando Sell Out no primeiro disco conceitual do Who…

1997

JUDAS PRIEST

Jugulator

Ricardo Batalha

Quatro anos antes de Jugulator, o então ex-vocalista do Judas Priest, Rob Halford, havia chocado os fãs com a agressividade de War of Words, debut do Fight. Pois bem, a resposta dos antigos companheiros veio à altura com o trabalho que marcou a estreia de Tim “Ripper” Owens nos vocais do Priest. A começar pela faixa-título, que até pode não ter tido o mesmo impacto de Into the Pit, do Fight, mas que trouxe uma fúria nunca antes vista no som dos ingleses. “Se um jovem for pesquisar a banda e co­meçar a comprar nossa discografia, verá toda a versatilidade e força do Priest”, disse certa vez Ripper à ROADIE CREW. “Quando gravamos Point of Entry, as pes­soas disseram que havíamos mudado e o mesmo ocorreu quando lançamos TurboPainkiller Jugulator. O Judas Priest não é como Status Quo ou AC/DC”, acrescen­tou K. K. Downing…

2007

SODOM

The Final Sign of Evil

Ricardo Batalha

A regravação do EP In The Sign Of Evil, lançado originalmente em 1984, aca­bou indo além de seu objetivo inicial. A intenção era apenas dar às músicas uma gravação à altura e celebrar o pas­sado do Sodom. No entanto, pouco mais de um ano após seu lançamento veio a notícia da morte do baterista Christian Dudek, o Witchhunter, em decorrência de cirrose hepática, e o álbum virou também uma homenagem a ele.

A ideia inicial deste projeto, aliás, veio da gravadora SPV, que pretendia relançar o EP e incluir algumas faixas como bônus. Porém, o vocalista e baixista Tom Angelripper foi além, convidando o guitarrista Peppi “Grave Violator” e o próprio Witchhunter, que originalmente registraram os clássicos BlasphemerWitching MetalBurst Command ‘Til WarSepulchral Voice Outbreak Of Evil

COLUNISTAS

Por Redação

Backstage

Vitão Bonesso

RUSH: HAVERIA VIDA SEM NEIL PEART?

O inconformismo continua. Depois da turnê comemorativa de quarenta anos, o trio canadense Rush anunciou que o baterista Neil Peart estava se aposentando. Nada pessoal, nem divergências musicais. Peart declarou que sofria de tendinite nos dois braços, o que lhe causava muito desconforto durante as apresentações. Além disso, ele pretendia se dedicar à família. Nada mais justo. Enquanto isso, o guitarrista Alex Lifeson já vinha acusando alguns problemas de artrite nos dedos das mãos e dos pés, e que, segundo ele, não havia analgé­sico resolvesse. Por sua vez, o baixista, vocalista e tecladista Geddy Lee, apesar de respeitar a decisão de Peart e Lifeson, era o único disposto a seguir em frente, nem que fosse para somente gravar mais alguns discos com o Rush….

Brotherhood

Luiz Cesar Pimentel

A ARTE DE DIZER ADEUS COM ELEGÂNCIA

Escrevo esta coluna na semana em que começa o Rock in Rio.

Em 1985, nada pode­ria ser mais importante para mim. Neste 2017, nada pode ser menos importante para mim do que a edição do festival. Entre os 32 anos que os separam, existe um mundo de transfor­mações, enorme parte delas internas, que fazem com que pratique a budista imperma­nência na forma de encará-los.

Nesta mesma semana, me desfiz dos meus CDs. De TODOS. E também dos DVDs musicais. E da maior parte dos discos de vinil.

Aconteceu quando percebi que eles vinham servindo nos últimos anos (ou décadas) qua­se que exclusivamente como forma de exibição da minha his­tória para as pessoas. Eram uma exposição de personalidade a quem entrava em casa….

Stay Heavy Report

Cintia Diniz e Vinicius Neves

SUICÍDIO: FALAR É A MELHOR SOLUÇÃO

Infelizmente, todos nós conhecemos a história de uma pessoa próxima que se suicidou ou de alguém próximo a uma pessoa com quem nos relacionamos. O mundo da música também está recheado de artistas que tiraram a própria vida. Seja a pessoa famosa ou não, esta é sempre uma notícia chocante. O suicídio é hoje um problema de saúde pública que vive uma situação de tabu e de aumento de suas vítimas. Pelos núme­ros oficiais, são 32 brasileiros mortos por dia, taxa superior às vítimas da AIDS e da maio­ria dos tipos de câncer. E tem sido um mal silencioso, pois as pessoas fogem do assunto e, por medo ou desconhecimen­to, não veem os sinais de que uma pessoa próxima está com ideias suicidas….

It’s Only Rock’n’Roll

Antonio Carlos Monteiro

UM CASO DE 1987

Creio que não haja atividade para gerar mais tipos folclóricos do que o esporte. Das declarações hilariantes de Maguila, passando pela sinceridade às vezes assusta­dora de Vampeta e chegando no bocudo Nelson Piquet, há uma infinidade de sujeitos que valem muitas histórias nesse meio. Só que o rock também tem aqueles caras carismáticos, diretos, diver­tidos. E em se tratando de Brasil, ninguém tira o posto de Vespaciano Ayala.

Paraguaio que adotou o Brasil há décadas, Ayala era um profissional de grande competência como produtor de palco, roadie, iluminador etc. Um verdadeiro faz tudo do rock. E, mais importante de tudo, um dos caras mais alegres, divertidos e simpáti­cos que conheci…

A Look at Metal

Claudio Vicentin

ROCK IN RIO – O EVENTO!

O Rock in Rio, festival mundial, aconteceu mais uma vez em sua terra na­tal. Teve origem aqui, foi para o mundo, continua mundo afora e também retornou para o Brasil onde se mantém a cada dois anos.

Acredito que pela situação que vive o Rio de Janeiro, esse ano ele teve um papel maior ainda: trazer um pouco de paz para a Cidade Maravilhosa! Além disso, é um festival enor­me que faz a economia da cida­de girar, cria empregos diretos e indiretos. 65% dos ingressos vendidos foram adquiridos por pessoas de fora da cidade e a rede hoteleira calcula uma ocupação de 85%. Tudo isso em meio à grave crise financeira da qual parece que estamos dando os primeiros passos para sair.

Recordo da primeira edição, meu desespero para ver o Iron Maiden pela TV…

Campo de Batalha

Ricardo Batalha

AINDA SOBRE 1987…

Apesar de termos listado 187 discos na edição #224, especial focando o ano de 1987 – dentre os quais 87 tiveram comentários e cem entraram numa listagem à parte –, alguns acabaram ficando fora.

O saudoso guitarrista inglês Michael “Würzel” Burs­ton, que promovia o álbum Rock’n’Roll na estrada com o Motörhead, também estreou em carreira solo naquele ano. Bess, um EP de quatro faixas gravado ao lado de Jerry Fergu­son (baixo e teclado) e Simon Moss (bateria), teve lança­mento no mercado brasileiro pela Rock Brigade Records. O trabalho serviu para mostrar um pouco do “outro lado” do músico, especialmente pelo feeling da faixa-título, pelo lado hard mais festivo de Midnight in London e pela versatilidade de E.S.P...

PROFILE – FABIO LOFFS (KARYTTAH)

Por Claudio Vicentin

Primeiro disco que comprou:

Pink Bubbles Go Ape – Helloween.”

POSTER – HELLOWEEN

Por Redação Pumpkins United
Peso 0,250 kg
Dimensões 28 × 21 × 1 cm
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