Com dezesseis anos de carreira e cinco álbuns lançados, o Rivers of Nihil eleva o nível com Rivers of Nihil. Tradicionalmente, um álbum autointitulado pode sinalizar um retorno às origens e/ou um novo começo, e nas dez faixas, fica claro que ambos os fatores estão em jogo. O baixista fundador Adam Biggs tornou-se o novo vocalista e baixista da banda em 2023; no mesmo ano, juntou-se à banda o guitarrista adicional Andy Thomas (ex-Black Crown Initiate), cujos vocais também desempenham um papel importante em Rivers of Nihil. Os produtores Carson Slovak e Grant McFarland, do Atrium Audio, capturaram a nova dinâmica ao longo de mais de cinquenta minutos de música.
“Sinto que essas músicas são a mistura perfeita de todos os nossos álbuns, com toda a gordura cortada”, diz o guitarrista fundador Brody Uttley. “Há músicas mais técnicas que remetem ao som de The Conscious Seed of Light e Monarchy, mas com um entendimento mais maduro de como estruturar uma música. Há uma boa dose das experimentações de Where Owls Know My Name e The Work, mas com uma perspectiva mais renovada sobre esses estilos para a atual fase da banda.”
Em 15 de junho de 2023, a banda lançou o single The Sub-Orbital Blues, a primeira faixa com Biggs nos vocais principais após a saída do vocalista Jake Dieffenbach em 2022. Foi também a primeira faixa a contar com Thomas. Um segundo single, Hellbirds, foi lançado em 19 de outubro do mesmo ano. Em 29 de abril de 2024, a banda lançou Criminals, acompanhado de um videoclipe. Tanto Criminals quanto The Sub-Orbital Blues fazem parte de Rivers of Nihil.
O primeiro single do novo álbum em 2025, House of Light, é uma faixa que “encapsula perfeitamente a essência do que fazemos, ao mesmo tempo que oferece uma nova perspectiva do nosso som com a nova formação”, explica o membro fundador/guitarrista Brody Uttley, que também toca piano e faz a programação da banda. “Tudo o que nossos fãs passaram a amar no nosso som está demonstrado nesta música, agora com a adição dos vocais de Andy e Biggs como vocalista principal. Tem os riffs, tem o grande refrão, tem o prog, tem os solos, tem o sax. É um verdadeiro exemplo clássico do que fazemos como banda em 2025.”
Assista ao videoclipe de House of Light, dirigido pela My Good Eye Music Visuals: