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SHARON DEN ADEL: “Não ouço metal sinfônico. Gosto da melancolia e isso é o principal”

O WITHIN TEMPTATION se afastou bastante do chamado metal sinfônico em seus álbuns mais recentes. Bleed Out, disponibilizado no fim de 2023, traz a banda explorando mais influências alternativas, especialmente a partir do uso de afinações e timbragens mais graves.

A mudança na orientação se dá não apenas por haver uma série de subgêneros pelos quais o grupo gostaria de transitar. De acordo com a vocalista SHARON DEN ADEL, a questão vai além: ela garante sequer ouvir metal sinfônico.

Em entrevista a Gustavo Maiato para a edição 279 da Roadie Crew (clique aqui para comprar), DEN ADEL foi convidada a compartilhar suas impressões a respeito da cena atual de metal sinfônico. Em resposta, explicou que apenas se sente atraída por alguns elementos do segmento, então, não poderia opinar de forma apropriada.

“Para ser honesta, eu não ouço metal sinfônico. Gosto da melancolia e isso é o principal, sabe? Nós gostamos dos elementos sinfônicos, mas nunca ouvimos muito esse tipo de som, na verdade.”

A artista neerlandesa evidenciou, então, um exemplo de um que faz uso satisfatório de elementos sinfônicos:

“Quando você acrescenta esse ingrediente orquestral, isso eleva as músicas para um nível diferente. Lembro que o METALLICA fez isso no passado (no álbum S&M, 1999) e foi tipo: ‘meu Deus!’ Sempre tivemos elementos de música sinfônica e foi muito legal quando começamos a fazer isso com uma orquestra de verdade.”

Foto: Tim Tronckoe

WITHIN TEMPTATION e a orquestra

Ainda durante a entrevista, SHARON DEN ADEL refletiu sobre como os elementos de música sinfônica foram explorados na discografia do WITHIN TEMPTATION. Ela disse:

“Lá atrás, fizemos Mother Earth (2000), que não foi com uma orquestra real, eram sons simulados no teclado. Depois, com The Silent Force (2004) e The Heart of Everything (2007), tivemos muita sorte de ter uma gravadora que quis embarcar em projetos tão caros. Valeu a pena porque as pessoas realmente sentiram que era um acréscimo ao som que estávamos tentando criar.”

Por fim, arrematou:

“Então, acho que foi mais isso: não éramos ouvintes de bandas de metal sinfônico, porque eu não acho que metal sinfônico seja realmente um gênero em si, é apenas fazer sua música com uma orquestra sinfônica.”

A edição 279 da Roadie Crew pode ser adquirida clicando aqui.

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