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THE HEATHEN SCÿTHE recebe imprensa para première do clipe “Welcome (To the Dead)” e audição de seu EP de estreia

Por Leandro Nogueira Coppi

Na última quinta-feira (21), a emergente banda paulistana The Heathen Scÿthe promoveu no já tradicional Metal Bar (SP) um ‘meeting’ com a imprensa e convidados para apresentar algumas novidades em primeira mão: a audição de seu homônimo EP de estreia e a prèmiere de seu novo videoclipe, para a música Welcome (To the Dead). O grupo aproveitou a ocasião para também explicar todo seu conceito visual, estético, temático e teatral, um verdadeiro ‘shock rock’. Muita gente esteve no local e foi recebida pelos integrantes do T.H.S. trajando suas idumentárias artísticas, compostas de roupas de aspecto envelhecido e enferrujado, algo meio Mad Max, por assim dizer. O destaque foi o vocalista e aniversariante do dia, Tato Deluca, na persona de Da’at, que segurava uma foice e estava caracterizado por um visual sombrio, mais carregado do que o de seus companheiros – Bruno Luiz (Netzah, guitarra), Paulo Roveri (Hesed, guitarra), Flávio Sallin (Hokhmah, teclado), Fernando Giovannetti (Yesod, baixo) e Marcus Dotta (Malkhuth, bateria). 

Antes da prremière do clipe de Welcome (To the Dead), foram exibidos os já lançados e também muito bem produzidos vídeos de Into the Fire e da própria The Heathen Scÿthe. Na função de anfitrião, Tato falou das duas músicas. A primeira, ele disse que se trata de uma música mais direta, mais “porrada” e fácil de ser assimilada, que serviu para apresentar a banda quando este single foi lançado em meados de 2023. Já o segundo, da música que leva o nome do grupo, o frontman analisou ser uma faixa mais complexa e admitiu ter nela elementos do metal industrial e influências de Mercyful Fate e de King Diamond,porém com inserção de vocais guturais.

Tato também explicou o conceito dos dois videoclipes: 

Into the Fire

“Foi um clipe que tem muita imagem da banda tocando, tem pouca coisa de ‘insert’, os ‘inserts’ que a gente colocou foram já mostrando que a gente faz ritual, alguma coisa que está diferente e que é pra você se aprofundar. Esse foi o nosso primeiro single, lançado no dia 30 de agosto. Foi quando dissemos, ‘a gente existe!’. A gente ainda não tem nem sete meses”. 

Into the Fire fala sobre o sacrifício de fogo, parte importante de um ritual onde é feita uma oferenda para deuses como Belenos e Hefestus, e para os guardiões da Torre da Vigília do Sul. A aceitação da oferenda simboliza que o trabalho mágico foi realizado e o ritual pode se encaminhar para seu desfecho com a dança espiral, abertura do círculo e a liberação da egrégora.

Gravado em São Paulo, Into the Fire foi dirigido por Thiago Larenttes, que já ganhou um Grammy Latino. Já a mixagem e masterização da música ficaram a cargo do produtor alemão Lasse Lammert (Raven, Wind Rose e Gloryhammer).

The Heathen Scÿthe

“A gente quis montar uma historinha, mostrar que a gente também quer fazer um clipe que desenvolva o universo, desenvolva a história… Nosso exemplo são os clipes do Rammstein, eles são muito fodas de clipes, contam histórias nos clipes, e a gente queria mostrar o conceito da banda. Nesse clipe, a gente mostra a formação de uma sociedade secreta em 1887, e mostra a gente no futuro tentando transferir nossa consciência para as nossas encarnações do passado para conseguir começar (comandar) a foice em um momento do passado em que já havia registro fotográfico. Então, o momento da história desse clipe é a fotografia na fundação de uma sociedade secreta. Quisemos expandir um pouco mais e mostra o que a banda é capaz de fazer”.

O vídeo também contou com a mesma equipe de produção, masterização e mixagem de Into the Fire.

Na sequência, foi apresentado com exclusividade o videoclipe de Welcome (To the Dead), que, segundo Tato, será lançado junto ao homônimo EP de estreia do The Heathen Scÿthe, que estará disponível em todas as plataformas digitais no próximo dia 28 de março. Tato comentou: 

“Com esse clipe, o nosso objetivo… Bem, já mostramos histórinha, já mostramos que a banda existe, agora vamos mostrar para vocês como é a banda no palco. Esse palco (do clipe) todo é nosso, é isso que a gente quer entregar para a galera hoje, os infláveis, toda nossa estrutura… Esse é o nosso show! A gente pode (até) ser uma banda nova, podemos ter (apenas) seis meses de vida, mas o que a gente quer entregar para vocês é um espetáculo”.

Com exclusividade para a ROADIE CREWTato Deluca comemorou o evento: “Esse nosso primeiro evento de lançamento para a gente é um marco importantíssimo, porque se der certo tudo o que estamos planejando e que queremos fazer, todo mundo que esteve aqui vai olhar para trás e dizer: ‘Cara, eu vi esse projeto nascer’Para nós foi muito legal, somos uma banda que temos seis, sete meses de existência, e a gente encheu o lugar de jornalistas, todos interessados em saber: ‘Cacete, quem é esse cara de chifre com essa foice?’. Para nós foi maravilhoso, estamos felizes que vocês (da imprensa) vieram, para a gente é um marco importante e esperamos que para vocês também seja daqui alguns anos. Não pararemos de fazer e de lançar coisas, e quando chegar o momento certo todo mundo vai olhar para trás e dizer, ‘Que legal que eu estava lá’.

 

EP The Heathen Scÿthe

Após a exibição dos três videoclipes, o The Heathen Scÿthe liberou a audição do EP, que foi comentado por Tato. O vocalista falou, inclusive, sobre a conexão do encarte com o conceito do EP.

“Esse EP tem seis músicas e é um ritual completo de magia ceremonial. Quem fizer o que está escrito no encarte… Vai estar escrito tudo, que erva você tem que queimar… Quem pegar aquilo e fizer, vai acontecer; Se fizer errado, vai dar merda”, brincou o frontman, arrancando gargalhadas gerais. “É livro de magia, você faz o que quiser, se der merda eu não me responsabilizo”, continuou. 

Tato explicou as seis músicas, começando pela faixa de abertura, Casting the Circle: “Estamos fechando um ciclo de proteção em volta da área do ritual. Estamos criando o círculo, convocando os guardiões dos quatro pontos cardeais, e ela (a música) já emenda com a música The Heathen Scÿthe, que é onde a gente fala o propósito do ritual. Depois vem a Welcome (To the Dead), onde convidamos nossos ancestrais, tanto de sangue, quanto de ***, quanto da Terra, para participarem do ritual. Em seguida vem The Offering, em que a gente seleciona o que iremos sacrificar, o sacrifício é feito na Into the Fire, no final a gente faz uma dança de espiral (em Spiral Dance / The Egregore) e libera a Egregore, e isso é o EP”.

Kit distribuído à imprensa | Foto: Leandro Nogueira Coppi

Sobre o The Heathen Scÿthe

Formado em 2018 por músicos experientes do cenário nacional, o grupo paulistano tem sua raíz no heavy e no power metal, porém com leque aberto para elementos modernos extraídos do metal industrial e do nu metal, envoltos à elementos épicos provenientes do metal mais clássico. Conforme descrito pela própria banda, o Trítono e as escalas Frígio e Diminuta bem características do The Heathen Scÿthe dão espaço para refrãos mais melodiosos que beiram o pop e aos gang-screams encontrados em músicas mais contemporâneas. 

 

A Foice Pagã

Liricamente, a banda agrega ocultismo e paganismo de diferentes países, com o intuito de reconectar o ouvinte com a natureza de suas terras através da música. O grupo criou o termo “Post-Apocalyptic Pagan Metal”, para embarcar nas diferentes tradições.

 

Sinopse (extraído do release)

Ano 17 A.A. (após o Apocalipse), aproxaimadamente 600 anos no futuro. A única maneira de sobreviver neste mundo é tentar compreender os ciclos da natureza moribunda para encontrar comida, água potável e ar respirável.

Para estudar tais ciclos sagrados, os sete clãs sobreviventes enviaram seus maiores sábios para formar uma nova seita de estudiosos chamada “The Heathen Scÿthe” (A foice pagã). Seus estudos trouxeram de volta parte da tecnologia perdida, que possibilita o ritual de viagem no tempo através da Merkabah – chamado “A Carruagem”. 

Com isso, a seita decidiu aprender antigas religiões baseadas na natureza e levar aos povos de outras épocas a mensagem para que se reconectem com a Terra antes que seja tarde demais.

 

Conceito Visual

Lixo do futuro… 

As roupas (produzidas nos Estados Unidos pela SceneSick – estúdio responsável pela criação de parte dos figurinos do mencionado filme Mad Max: A estrada da fúria. parecem que nunca foram lavadas e devem ter uns 200 anos: enferrujadas, sujas (a areia vermelha cobriu tudo), como se tivessem sido encontradas em um ferro-velho do futuro. Tecidos são costurados de forma rústica usando todo o tipo de material disponível. 

 

Conceito dos personagens

Da’At (Tato Deluca) – Trata-se de uma Xamã do Clã Visari. Fundador, arauto e portador da Foice, ele foi o primeiro a receber o Chamado do Magus e aprender sobre a Carruagem que permitiu aos membros viajar no tempo.

Hokhmah (Flavio Sallin) – É um misterioso “Tecnomante” do clã Ashari. É o responsável por, com sua sabedoria, trazer harmonia entre os membros da seita.

Hesed (Paulo Roveri) – Representante do clã subterrâneo dos Silavi. Isolados do restante dos clás, os Silavi concordaram em enviar um representante para fazer parte da “Foice”, garantindo uma voz ativa na tentativa de prevenção do apocalipse.

Netzah (Bruno Luiz) – Representante do clã Isteni, o único que não participou do Êxodo Planetário por problemas logísticos, e não por exclusão social. Os Isteni faziam parte da elite da humanidade, mas com o fim dos recursos teve que se unir aos outros em busca de sobrevivência.

Malkhuth (Marcus Dotta) – Soldado do clã militar dos Tarkasi. Ele que dita o ritmo das operações da Foice nas incursões para o passado.

Yesod (Fernando Giovannetti) – Yesod faz parte do clã Cybertech dos Ghenari. É responsável pelas tentativas de restauração tecnológica da foice, pois seus implantes cibernéticos pararam de funcionar devido às explosões solares e sua vida está em risco.

Da esq. p/ a dir.: Fernando Giovanetti (Yesod), Bruno Luiz (Netzah), Flávio Sallin (Hokhmah), Tato Deluca (Da’at), Paulo Roveri (Hesed) e Marcus Dotta (Malkhuth) | Foto: Leandro Nogueira Coppi

 

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