
Após sete anos sem lançar material de estúdio, o Exumer confirmou a chegada de seu sexto álbum, Death Mask Messiah, que será lançado em 28 de agosto pela Metal Blade Records. Para marcar o anúncio, a veterana banda alemã de thrash metal disponibilizou a faixa-título como primeiro single do trabalho.
Produzido por Dominic Paraskevopoulos (Kreator, Caliban) e mixado e masterizado por Arthur Rizk (Soulfly, King Diamond), Death Mask Messiah reúne 11 faixas inéditas e, segundo a banda, apresenta uma sonoridade mais agressiva e direta em comparação ao antecessor, Hostile Defiance, de 2019.
O vocalista e cofundador Mem V. Stein explicou que o objetivo foi intensificar a abordagem musical do grupo sem perder a identidade construída desde os anos 1980.
“Estamos muito mais agressivos do que em Hostile Defiance e estamos retornando a um estilo mais ‘na cara’ em Death Mask Messiah. Estamos dando continuidade ao processo iniciado com nosso primeiro álbum pela Metal Blade, Fire & Damnation, de 2012, quando queríamos soar como uma banda contemporânea, mas mantendo o espírito e nossa herança musical dos anos 1980.”
Gravado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, o álbum também marca a estreia do baterista Jerome Reil e do baixista Alex Voss em um disco de estúdio do Exumer.
“Eles se integraram de forma extraordinária ao Exumer, tanto como músicos quanto como amigos. É possível sentir a energia jovem deles, combinada com nossa agressividade característica e nossa experiência. A banda soa mais focada e, ao mesmo tempo, mais crua graças à chegada deles.”
O disco ainda traz duas surpresas: a participação especial de Nasty Ronnie, vocalista da veterana banda norte-americana Nasty Savage, na releitura de Unchained Angel, e uma forte temática inspirada por acontecimentos políticos e sociais da última década nos Estados Unidos.
“O Exumer é uma potência lendária, com uma história capaz de destruir qualquer palco em que toque. Há uma grande história desde 1988, quando o Nasty Savage excursionou pela Europa, e é uma honra fazer parte deste projeto!”, diz Nasty Ronnie.
Segundo Mem, o conceito do álbum aborda temas como a pandemia, a disseminação de desinformação e o aumento da polarização cultural. Um dos principais pontos de inspiração foi o cerco a Waco, no Texas, em 1993.
“David Koresh era um falso profeta e usava uma máscara da morte, manipulando e conduzindo seus seguidores para uma morte certa. Cada música de Death Mask Messiah desenvolve individualmente esses dois eixos temáticos.”
A faixa-título sintetiza esse conceito ao retratar Koresh como personagem central, mas também como símbolo de líderes manipuladores movidos pela sede de poder.
“Escolhemos deliberadamente essa faixa como primeiro single porque o ataque sonoro de seu riff principal e seu conceito lírico representam a totalidade de nossas intenções para este álbum. Ela marca um passo claro para elevar a banda ao próximo nível de nossa carreira, sem deixar nada para a imaginação e reforçando nosso lugar como uma das forças mais poderosas de todo o gênero.”
Confira o videoclipe de Death Mask Messiah:
Tracklist de Death Mask Messiah:
- Death Mask Messiah
- Blinding Skies
- Sin Bleeder
- Eradication
- Ravishing Waste
- Allocated Savagery
- Serpent
- Fratricide
- Scorcher
- Frozen Ground
- Unchained Angel
A arte de capa e o projeto gráfico de Death Mask Messiah ficaram a cargo de Björn Gooßes, do estúdio Killustrations, conhecido por trabalhos com Sodom e Vomitory.

Exumer:
Mem V. Stein – vocal
Ray Mensh – guitarra
Marc B. – guitarra
Alex Voss – baixo
Jerome Reil – bateria
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